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sexta-feira, 19 de julho de 2013
31/07/2013 -- QUARTA - POSTAGEM BLOG - CONHEÇA OS DIVERSOS TIPOS DE DISFUNÇÕES SEXUAIS FEMININAS
Quase metade de todas as mulheres sofre de algum tipo de dor na relação sexual. Existem diversos tipos de dor sexual, causadas por situações das mais distintas, mas a grande maioria tem tratamento, e até mesmo cura.
É normal que a relação sexual seja dolorosa?
No mundo todo cerca de quatro em cada dez mulheres sofre com algum tipo de dor durante a relação sexual. O termo dispareunia significa simplesmente "relação sexual dolorosa".
A dor pode acontecer após a relação, ou durante o intercurso da relação, apenas durante a penetração ou mesmo antes de a penetração acontecer.
Quais são os tipos de dor sexual?
Para algumas mulheres o problema não é constante: para elas, a maioria das relações com penetração não é dolorosa, mas a dor acaba aparecendo em uma ou outra relação isolada, com o mesmo parceiro ou não. No entanto, outras mulheres podem apresentar dor em toda e qualquer tentativa de penetração. Em certos casos a mulher sente dor sexual mesmo sem a penetração, apenas pelo estímulo da região genital.
Dispareunia: quando a mulher consegue ter relações sexuais sem dor, mas em algumas vezes a dor aparece, de maneira repetitiva. Pode haver dor no momento da penetração, durante o ato sexual ou mesmo antes de a pepetração acontecer.
Vaginismo: quando a mulher jamais conseguiu ter uma penetração sem ter dor (seja pelo pênis, por um dedo ou pelo absorvente interno), o problema é conhecido como vaginismo. Cinco em cada cem mulheres pelo mundo apresenta algum grau de vaginismo, onde nos casos mais severos a mulher não consegue ser penetrada de maneira alguma.
Disfunção sexual não-coital: quando a mulher sente dor sem a penetração, seja por um estímulo físico, como um carinho na região genital, ou a masturbação, ou mesmo por um estímulo psíquico (simplesmente de pensar ou ouvir falar em sexo).
Vulvodínia: quando há um desconforto na região vulvar (genitália externa, principalmente entre os pequenos lábios), sem que haja sinais de inflamação (vermelhidão com dor) ou de infecção (inflamação causada por microorganismo), que pode afetar 15% das mulheres.
Como é a dor sentida na relação sexual?
Há muita variação entre os casos, mas de um modo geral a dor sexual costuma se parecer com um queimor, um corte, uma agulhada, como o atrito de uma lixa, uma sensação de batida ou mesmo a sensação de rasgar. Os chamados graus de dor também variam: vão desde um leve desconforto - quase uma coceira - até uma dor insuportável. A dor sexual pode ser pontual (em apenas um local fácil de definir) ou generalizada (espalhada pela região genital, em uma área difícil de definir como apenas um ponto). Na forma pontual apenas um pequeno local é dolorido, como por exemplo o clitóris, ou então apenas os lábios vaginais, ou a entrada da vagina (linha da MAP), ou o fundo vaginal. Já a forma generalizada pode trazer dores em uma área que envolve, por exemplo, a vagina, a bexiga e o útero em conjunto, ou então toda a parte externa da região genital feminina. Esta dor que acomete apenas a região externa - ou vulvar - especialmente por dentro dos lábios menores, recebe o nome de vulvodínia.
O que pode causar dor na relação sexual?
Há uma série de fatores, internos (do próprio corpo) e externos (do meio) que podem causar dor na relação sexual.
- Infecções vaginais: Dentre todas as causas de dor sexual secundária, a mais comum é a infecção vaginal por microorganismos, como fungos (cândida), bactérias (gardnerella) ou protozoários (trichomonas - lê-se 'tricomonas'). Infecções vaginais, especialmente na mulher sexualmente ativa, são quase tão comuns quanto resfriados, e tem tratamento simples e rápido. A característica principal (mas nem sempre presente) da infecção é o corrimento, com ou sem cor, com ou sem odor. Também pode haver coceira ou hiperemia (vermelhidão) no local.
- Incoordenação da MAP: A musculatura do assoalho pélvico (MAP), responsável pela pressão sentida na entrada da vagina durante o ato sexual, tem papel fundamental no ato sexual. É necessário que MAP relaxe para que a penetração seja possível e prazerosa, tanto para a mulher quanto para o parceiro. No entanto algumas mulheres não conseguem relaxar a MAP, e o resultado do "aperto" excessivo ao redor do pênis é uma dor na mulher, semelhante àquela que acontece por conta da primeira relação sexual. Esse problema de incoordenação da MAP e causador de dor, é mais comum do que se imagina (afetando cerca de 15% das mulheres) e é tratado com fisioterapia.
- Dor neurogênica (neuralgia): Dores neurálgicas são relacionadas a algum mal funcionamento da inervação. Nervos são como fios elétricos percorrendo o corpo. De fato, eles elevam esímulos elétricos do cérebro para os órgãos e músculos (por exemplo para produzir movimento), e dos órgãos e músculos para o cérebro (para que possamos perceber sensações como frio, sabor, dor, etc). Há um equilíbrio para o funcionamento dos nervos - uma quantidade certa de energia elétrica passando por eles. Quando há um caso, por exemplo, de hipersensibilidade de um determinado nervo, significa que energia demais está passando em um determinado nervo. O resultado é que o cérebro receberá a informação amplificada: o que deveria ser a sensação de um suave carinho é recebido pelo cérebro como um arranhar doloroso. Alguns casos de dor sexual, especialmente de vulvodínia, são causados por hipersensibilidade nervosa. O que deveria ser uma sensação de toque suave na região genital acaba sendo percebido como dor. Casos de dor sexual primária são, normalmente, causados por problemas neuropáticos, psicológicos ou uma associação dos dois.
Traumas físicos
Tecnicamente se usa o termo "trauma" como sinônimo de lesão, ou "machucado". Dor sexual pode ser causada por traumas físicos, como as lesões decorrentes de um parto complicado, um acidente automobilístico ou um efeito indesejado de uma cirurgia perineal. Um parto complicado, por exemplo, pode lesionar a inervação local, levando aos efeitos da dor nerugênica, descrita acima.
Traumas psicológicos
A dor sexual pode ser fruto de situações de estresse psicológico sobre a sexualidade da mulher, como por exemplo uma criação muito rígida (que proíba, por exemplo, a masturbação), abuso sexual na infância ou secundário à estupro. O fato de o estresse emocional ser inconsciente significa que, na maioria dos casos, a mulher nem mesmo desconfia da sua existência. Noutros termos, ela não lembra que, algum dia, passou por algum evento que acabou se tornando traumatizante, e tempos depois ocasionando a dor sexual. Ou, se ela lembra do evento, não consegue associá-lo à dor. É fundamental o acompanhamento do psicólogo, que investigará a existência de conflitos, as origens do problema e as possíveis soluções.
Eu tenho dor na relação sexual. O que devo fazer?
Lembre-se de que existem diversos tipos de dor na relação sexual, que podem ser causadas pelas situações mais distintas. A primeira coisa a se fazer quando se percebe alguma dor ligada à relação sexual é consultar o médico ginecologista para identificar qual o problema e o que o está causando. É o que chamamos diagnóstico. O tratamento só vai funcionar com o diagnóstico correto. De acordo com o tipo de problema, o tratamento se resume basicamente em farmacoterapia (medicamentos), psicoterapia e fisioterapia especializada.
Casos de dor psicogênica, comuns por exemplo em casos de vulvodínia, assim como os de incoordenação da MAP, comum nos casos de vaginismo, estão quase sempre associados a algum estresse emocional, quase sempre inconsciente. O psicólogo investigará eventuais conflitos e as origens do problema. Estar ciente do evento que desencadeou todo o processo de dor é o primeiro passo para entendê-lo, enfrentá-lo e assim resolvê-lo. Qualquer situação que envolva a sexualidade influencia intimamente o emocional. É fundamental que problemas de dor sexual sejam acompanhados por psicólogo.
Tratamento fisioterápico
É comum que os diferentes tipos de dor sexual tenham algum componente físico relacionado. E este componente pode e deve ser tratado com fisioterapia específica. Técnias visando a melhoria do conhecimento corporal, da consciência genital, da elasticidade da entrada do canal vaginal e da coordenação motora da MAP, são algumas das ferramentas que o fisioterapeuta especialista dispõe para o tratamento das dores relacionadas à sexualidade feminina.
Para os casos onde a dor é causada por incoordenação da MAP, a fisioterapia específica é a modalidade que mais fornece resultados. Também para os casos de dor sexual neurálgica, como na vulvodínia, técnicas fisioterápicas específicas vêm conquistando mais e mais espaço de destaque nos meios científico e clínico. A fisioterapia para as disfunções de dor sexual, hoje, fazem parte do chamado padrão áureo de tratamento deste tipo de problema, o que significa o tratamento faz parte da opção de primeira escolha para os grupos de estudo e tratamento mais importantes do mundo.
Fonte: Perineo.net
Fonte: Perineo.net
29/07/2013 - SEGUNDA - INSTITUCIONAL
A equipe da Corpus Liber é especialista em tratamentos para disfunções do assoalho pélvico e atende toda sua família. Venha conhecer!
26/07/2013 - SEXTA - INSTITUCIONAL
Cuide da sua saúde e sinta-se bem sempre! A fisioterapia pélvica que fortalece os músculos e previne problemas de envelhecimento.
24/07/2013 - QUARTA - POSTAGEM BLOG - VEJA COMO TRATAR AS LESÕES QUE PODEM OCORRER APÓS O PARTO
Durante a passagem do bebê a MAP (músculo do assoalho pélvico) é distendida mais de três vezes acima de sua capacidade normal de resistência. Ainda, durante o encaixe e expulsão do bebê, a inervação local sofre um longo período de compressão. A compressão contínua de uma inervação dificulta sua oxigenação e pode comprometer seu funcionamento. Na prática, um nervo lesionado leva ao mal funcionamento das estruturas inervadas por ele, no caso, a MAP, bexiga, uretra, vagina e esfíncter anal. De fato, estudos vêm mostrando que a função elétrica (funcionamento) do nervo pudendo (que inerva a região uro-genital) é reduzida em mulheres que tiveram partos, especialmente partos normais.
Mas, normalmente, as lesões por compressão nervosa tendem a regredir em algumas semanas ou, nos casos de partos mais demorados, logo nos primeiros meses. Já para os casos de lesão muscular ou ligamentar, a correção normalmente precisa ser cirúrgica. Em alguns casos, mais brandos, exercícios específicos de fortalecimento da MAP podem fazer com que essa musculatura melhore a sustentação dos órgãos pélvicos, não necessitando cirurgia.
Não é difícil imaginar que se a MAP contrair-se durante a passagem do bebê, a lesão pode ser maior. Desta forma, mulheres que exercitam regularmente sua MAP, apresentando assim um grau maior de coordenação motora e controle da musculatura, apresentam grande vantagem. Mulheres que dominam os exercícios perineais têm maior facilidade em relaxar a MAP para permitir a passagem mais tranquila do bebê, e ao mesmo tempo contrair os abdominais, ajudando na expulsão. A respiração lenta e profunda trabalhada nestes exercícios ajuda a economizar energias para o momento da expulsão.
Para o parto normal, o movimento exigido da mulher é exatamente o mesmo utilizado na segunda etapa dos exercícios com o ben wa: contração da musculatura abdominal e relaxamento da MAP. Contudo, exercícios não orientados durante a gestação oferecem grande risco, e portanto só são indicados com o aval de um profissional competente.
Outra técnica útil na preparação para o parto vaginal é a massagem perineal. Quando realizada de maneira correta, no período certo e com frequência adequada ela tende a aumentar na elasticidade e alongamento da entrada da vagina, importante para o momento da passagem do bebê. Pode-se inclusive minimizar ou até evitar a necessidade de episiotomia (pequeno corte realizado pelo obstetra na entrada do canal vaginal para facilitar a passagem do bebê).
Fonte: Perineo.net
22/07/2013 - SEGUNDA - INSTITUCIONAL
A Corpus Liber ensina você a prevenir e tratar disfunções sexuais para que você possa ter uma vida a dois saudável e feliz!
segunda-feira, 8 de julho de 2013
19/07/2013 - SEXTA - INSTITUCIONAL
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17/07/2013 - QUARTA - POSTAGEM BLOG
Mais de 20% de toda a população feminina sofre com algum grau de constipação. Entre as gestantes esse valor é superior aos 40%. Normalmente o problema é comportamental e, portanto, fácil de resolver com fisioterapia!
O que é constipação?
Em condições normais o intestino funciona sempre num mesmo horário, como por exemplo após uma das refeições principais (café da manhã ou almoço), quando os movimentos intestinais são ativados pelo reflexo do estômago ao receber os alimentos. Mas, embora o ideal seja evacuar ao menos uma vez por dia, é considerado normal evacuar até 3 vezes por semana, no mínimo. Menos do que isso já caracteriza a constipação ou prisão de ventre. Mas não é apenas o não evacuar que caracteriza a constipação. Casos de dificuldade ao evacuar, como por exemplo o chamado intestino preguiçoso também são enquadrados no conceito de constipação. O mal funcionamento intestinal pode ser caracterizado por fezes muito duras, muito pequenas, difíceis de serem evacuadas, ou pela sensação de esvaziamento incompleto (que ainda restaram fezes que não puderam ser evacuadas).
Como saber se eu tenho constipação?
Considera-se constipação quando, ao evacuar, acontecem uma ou mais das situações seguintes:
- Esforço demasiado para evacuar;
- Fezes muito duras ou em pedaços pequenos;
- Sensação de evacuação incompleta;
- Sensação de obstrução retal;
- Necessidade de comprimir o abdome;
- Ajudar a evacuação com os dedos.
Quais as causas da constipação?
- Evitar evacuar em banheiros públicos.
- Dieta inadequada.
- Hemorróidas, fissuras e outros problemas que causam dor local.
- Anismo: Incoordenação da MAP.
- Megacolon: Distensão e perda da sensibilidade da ampola retal
Como evitar?
Pouca gente sabe, mas a postura para evacuar é fundamental para que o esvaziamento intestinal seja realizado de maneira eficaz. Para tanto, é necessário sentar-se confortavel e relaxadamente, afastar suficientemente as pernas (a calcinha não deve ficar nem nas coxas e nem nos tornozelos, mas deve ser tirada ao menos de um dos pés). O tronco deve estar inclinado levemente para a frente, o suficiente para que os cotovelos possam repousar por sobre os joelhos. Para que isso seja possível mesmo fora de casa, é fundamental que a mulher procure se reeducar psicologicamente (nem sempre banheiro fora de casa significa banheiro sujo) e procurar formas alternativas de proteção, como por exemplo capas descartáveis para cobrir a tampa do vaso.
É complicado tentar regredir falhas educacionais que, enraizadas em nossa cultura, vão sendo passadas de mãe para filha durante gerações sem que se perceba o erro nos conceitos mais básicos. Quando a dificuldade em vencer uma questão psicológica dessas é maior, a ajuda de um profissional de psicologia pode ser bastante útil. Estar atenta a estes conceitos na educação das novas gerações é fundamental para que, desde agora, as meninas de hoje conheçam e aceitem naturalmente e sem preconceitos a forma correta de evacuar, não se tornando as mulheres constipadas de amanhã.
Também é importante manter um acompanhamento regular com médico ginecologista e fisioterapeuta especialista sobre as condições gerais do assoalho pélvico, de toda a MAP - especialmente o músculo puborretal - , e das condições da mucosa retal (pele que reveste o reto internamente). Mulheres no pós-parto e menopausa necessitam uma atenção especial.
Tratamento
Como em praticamente todos os problemas do assoalho pélvico, o sucesso do tratamento vai depender da precisão do diagnóstico. Problemas de incoordenação podem ser regredidos facilmente com exercícios que estimulem a percepção e o conhecimento da musculatura afetada. Mas, do mesmo modo que na retenção urinária, a maioria dos casos de constipação são causados por comportamento inadequado, seja a postura incorreta no vaso sanitário, desrespeito do desejo de evacuar (segurar por muito tempo), baixa ingesta hídrica, etc. Deste modo, a primeira etapa é tratar a parte psíquica do problema, ou seja, fazer o que chamamos reeducação.
Estar atenta para perceber e reconhecer o desejo evacuatório (vontade de evacuar) e respeitar este momento é fundamental. Conhecer a técnica correta de se sentar no vaso sanitário, de maneira relaxada e despreocupada, assim como relaxar totalmente a MAP, requer treino e é uma prática que deve ser exercitada continuamente. Em seguida devem ser identificados os componentes físicos do problema. Um médico ginecologista ou fisioterapeuta especialista podem examinar com precisão o estado dos esfíncteres anais e especialmente do músculo puborretal (componete da MAP importantíssimo na evacuação).
A alteração em qualquer um destes componentes pode estar causando ou piorando um caso de constipação. Felizmente existe tratamento a partir de fisioterapia para todas estas situações. Contudo, o sucesso do tratamento depende da precisão no diagnóstico. Diagnósticos imprecisos levam a tratamento equivocados, que podem ao invés de melhorar, piorar o problema. Para os casos de incoordenação do puborretal ou dos esfíncteres, a terapia manual e o biofeedback fornecem resultados excelentes. Casos de baixa sensibilidade da ampola retal também podem ser regredidos através de ressensibilização com eletroterapia e/ou balão de ressensibilização, dependendo de cada caso. Dificuldade no trânsito intestinal pode ser estimulada instantaneamente com massagem específica pelo trajeto intestinal.
Fonte: Perineo.net
Fonte: Perineo.net
15/07/2013 - SEGUNDA - INSTITUCIONAL
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13/07/2013 - SÁBADO - INSTITUCIONAL
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11/07/2013 - QUINTA - POSTAGEM BLOG
A gestação é um período de grandes mudanças corporais e psicológicas na vida da mulher. Apesar de natural, este estado exige alguns novos cuidados para com a saúde. Hoje já é sabido que, dentre estes cuidados, os exercícios para a musculatura do assoalho pélvico (MAP) são indispensáveis.
A MAP fecha a parte inferior da pelve. Por este motivo eles acabam sustentando o peso dos chamados órgãos pélvicos (útero, ovários, bexiga, etc), mantendo-os em suas posições normais dentro da cavidade pélvica, e sendo exigidos constantemente durante toda a vida a mulher para estabilizar qualquer tipo esforço, por menor que seja. Os órgãos são sustentados por ligamentos e fáscias (elásticos biológicos que prendem os órgãos aos ossos). Como qualquer elástico, os ligamentos e fáscias não podem ser submetidos a tensão constante: eles podem ser exigidos apenas em períodos curtos de tempo. Do contrário eles vão sofrendo microlesões e por fim podem vir a ser rompidos. Quem evita este tipo de sobrecarga, e portanto de lesão, é justamente a MAP, que contrai-se vigorosamente empurrando os órgãos para cima durante os esforços, protegendo o trabalho dos ligamentos.
Quando a MAP está fraca os ligamentos são lesionados e falham em sua função de sustentação. Então os órgãos saem de sua posição natural (descem), ocasionando problemas como os prolapsos genitais e a incontinência urinária, comuns em mulheres em todas as faixas etárias. No entando, estes problemas são muito mais comuns em mulheres com um ou mais partos.
Durante a gestação, como se pode imaginar, a sobrecarga na MAP é radicalmente aumentada. Afinal, além de sustentar o peso constante dos órgãos pélvicos agora ela precisa sustentar todo o peso do bebê e dos anexos embrionários (placenta, líquido amniótico, etc), durante todo o dia - especialmente quando a mulher está em pé ou sentada. Por este motivo seria ideal que a mulher, ao planejar ter filhos, treinasse sua MAP antes e durante a gestação. Os treinos de força, de coordenação motora da MAP e a massagem perineal são exemplos de terapias bastante úteis para minimizar os problemas descritos. Ainda, é importante lembrar que problemas como incontinência urinária e prolapso genital podem surgir tanto no pós-parto imediato quanto tardiamente (anos depois).
Durante a gestação, MAP fortes oferecem um apoio maior ao útero, o que reduz a pressão sobre a bexiga e diminui as dores lombares, comuns neste período; evitam a sobrecarga nas fáscias e ligamentos, reduzindo o risco de prolapso genital e garantem uma recuperação mais rápida e tranquila após o parto.
Importância da MAP no parto vaginal ou cesário
O maior causador de lesão do assoalho pélvico é o parto. As lesões que originam os prolapsos genitais, por exemplo, podem ser visualizadas em mulheres que têm filhos, mas quase não são encontradas nas mulheres sem filhos, o que indica que o parto deve ser o maior responsável por estas lesões. Mas ao contrário do que se pode imaginar, não é o parto normal o único responsável por este tipo de lesão. As lesões do assoalho pélvico ocorrem duranto o segundo estágio do trabalho de parto (ou período expulsivo), onde as contrações uterinas mais fortes fazem com que a cabeça do bebê seja projetada repetidamente contra o assoalho pélvico. É neste período que acontece a dilatação do colo uterino.
É importante frisar que o período expulsivo está presente tanto no parto normal quanto na maioria dos partos cesários. É comum que a cesária seja inciada quando o colo uterino já começou a se dilatar, ou seja, com o período expulsivo já inciado. Em suma, ao serem alcançados os nove centímetros de dilatação do colo uterino, o que havia para ser lesionado já o foi. Músculo preparado corre menos risco de lesão. Assim, a mensagem que fica é que, tanto para o parto normal quanto para a cesariana, a MAP deve ser preparada - com exercícios. Em conjunto, os treinos de força, de coordenação motora da MAP e a massagem perineal durante a preparação para o parto, todos executados por fisioterapeuta especializado, podem minimizar em muito os riscos.
Fonte: Perineo.net
09/07/2013 - QUINTA - INSTITUCIONAL
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