domingo, 28 de abril de 2013

SEGUNDA - INTESTINO PRESO TEM SOLUÇÃO: ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL E FISIOTERAPIA


A constipação intestinal é um problema mais comum do que parece. O diagnóstico da constipação intestinal é muito difícil porque, na maioria das vezes, o intestino preso é um sintoma de outro problema e, quando não há outra doença, a avaliação do médico depende do que a paciente considera como “normal”.

As causas mais comuns do aparecimento e agravamento do intestino preso são a baixa ingestão de alimentos ricos em fibras e a baixa ingestão de líquidos. Além delas, podemos considerar a idade avançada, gravidez, obesidade, falta de exercícios físicos e abuso de laxantes. Portanto, ingerir bastante líquido e alimentos ricos em fibras é fundamental para prevenir e tratar a constipação intestinal.

Existem várias causas para um intestino preso: lesões e alterações na estrutura do intestino, que podem provocar o estreitamento ou diminuir seus movimentos; doenças como câncer de cólon; efeitos adversos de vários tipos de medicamentos; e até mesmo o comportamento, pois o hábito de “segurar” por muito tempo pode diminuir a sensibilidade da porção final do intestino grosso, o reto, atrapalhando a evacuação.

Quando não há nenhuma doença ou alteração no intestino, ou seja, quando o problema é só a constipação, ela pode ser classificada em 3 tipos: constipação de trânsito normal, distúrbios defecatórios e constipação de trânsito lento.

A constipação de trânsito normal é a mais comum. Neste tipo, os movimentos intestinais são normais e a freqüência de evacuação também, mas mesmo assim a paciente refere dificuldade para eliminar as fezes e, por isso, se diz constipado. Como este tipo é mais simples, geralmente é tratado com medicamentos laxativos e reeducação alimentar.

Os distúrbios defecatórios geralmente são resultado de algum problema no assoalho pélvico (os músculos que sustentam os órgãos abdominais) ou do esfíncter anal. Uma característica deste tipo é o esforço excessivo e a sensação de eliminação incompleta das fezes. Neste caso, como o problema são os músculos, o tratamento são exercícios! Exercícios específicos dos músculos da região pélvica (bacia) re-ensinam a paciente a controlar estes músculos e facilitar a evacuação. Além dos exercícios, alguns tipos de eletroterapia podem ajudar a aliviar o problema.

O terceiro tipo, a constipação de trânsito lento, é causado por um distúrbio neuromuscular do cólon, ou seja, existe um problema na comunicação neurônios-intestino e, por isso, os movimentos intestinais ficam mais lentos em todo o intestino ou só em uma parte dele. Este tipo é caracterizado por uma urgência pouco freqüente, inchaço, desconforto e dor abdominal, e as fezes geralmente são duras e secas. O tratamento é igual ao do primeiro tipo, mas em casos extremos, pode precisar de cirurgia.

Para todos os tipos de constipação, exercícios aeróbicos, como caminhada e corrida, e exercícios de força, como musculação, ajudam a regularizar os movimentos intestinais, melhorando o desconforto da paciente. Mas, e a fisioterapia, onde entra? Primeiro, no tratamento de problemas da musculatura pélvica. Existem exercícios específicos e muitos recursos que podem ajudar a paciente a melhorar o uso desses músculos e estimular a sensibilidade do reto. E, além disso, existem também técnicas de massagem que ajudam e estimulam os movimentos intestinais, melhorando seu funcionamento. Procure sempre a ajuda de um especialista para orientar qual o melhor tratamento. Lembre-se que você pode contar com a equipe de profissionais da Corpus Liber, especializados no tratamento de distúrbios do assoalho pélvico.

Fonte: Paula Leony



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TERÇA - INTOLERÂNCIA ALIMENTAR: TIRE SUAS DÚVIDAS COM OS NUTRICIONISTAS


Selecionamos as principais dúvidas sobre a intolerância alimentar que foram respondidas por nutricionistas, para que você não perca o prazer de fazer boas refeições.


O problema pode ser confundido com alergia

Reações físicas à comida são comuns. Quase sempre trata-se de intolerância, e não de alergia. Mas, como têm sintomas semelhantes, há confusão entre os males, o que pode atrasar o diagnóstico. Alergia é a resposta imunológica do organismo ao reconhecer algo que julga prejudicial e digno de combate. A intensidade independe da quantidade de substância "inimiga" ingerida. Resulta em coceira na pele, na garganta e nos olhos e inchaço no rosto, entre outros sintomas. Já a intolerância, segundo a médica Ariana Yang, do Ambulatório de Alergia Alimentar do Hospital das Clínicas de São Paulo, é a incapacidade de metabolizar um alimento por deficiência ou ausência da enzima necessária para isso. Nesse caso, quanto mais comer o que faz mal, pior.


Não se trata de uma doença grave

Diferentemente da alergia, que pode levar a reações sérias e fatais - a exemplo do edema de glote, inchaço que faz cessar a respiração -, a intolerância não é perigosa. Causa desconfortos digestivos, como cólicas, gases, diarreias e náuseas. Os sintomas podem surgir horas ou até dias após o consumo da substância intolerada. A intensidade do quadro depende não só da quantidade ingerida do alimento desencadeador como de quanto da enzima essencial para sua digestão a pessoa produz. Se o foco do problema é eliminado da dieta, os incômodos somem. "Já os danos causados por alergias demoram a desaparecer", diz o gastroenterologista Jaime Zaladek Gil, do paulistano Hospital Albert Einstein.


Em algum momento todos vão ter

A hipersensibilidade à lactose, causada por uma baixa de lactase (enzima essencial para o processamento do açúcar do leite), é a intolerância mais comum. Segundo estimativas brasileiras, ela atinge quase 70% das pessoas em algum momento da vida. Mas um grupo de especialistas vai além e defende que, em graus diferentes, todo mundo apresenta alguma reação alimentar adversa pelo menos uma vez na vida. "A intolerância é uma predisposição individual", define a médica Ariana Yang. Em quem já tem a tendência, o consumo excessivo de certo alimento pode dificultar a digestão, gerando um episódio. Outros fatores, no entanto, podem tornar a pessoa intolerante. De acordo com o gastroenterologista Jaime Gil, existe o risco de infecções ou cirurgias que encurtam o intestino fazerem o corpo perder a capacidade de absorver determinada substância.


Dá para comer o que causa a intolerância.

Se na alergia é essencial banir da mesa o agente causador, em quase todas as intolerâncias é possível mantê-lo no menu em pequenas porções, sem desconforto. Para tanto, é preciso descobrir, usando o método de tentativa e erro, o limiar de aceitação do organismo e evitar ultrapassá-lo. A exceção é a intolerância ao glúten, presente em pães, biscoitos, macarrão e outras massas à base de trigo. Aí a restrição total é obrigatória, pois o consumo dessa proteína por quem não a digere bem pode causar câncer de intestino. Já quem tem intolerância à lactose conta com cápsulas para repor a enzima lactase. "A proposta não é ingerir todo dia, mas dar à pessoa a chance de consumir lactose de vez em quando", explica Ariana Yang.


O leite não é o único vilão

A mais comum de todas as hipersensibilidades, a intolerância à lactose, normalmente não se manifesta logo no começo da vida, quando o organismo produz em quantidade adequada a enzima necessária para metabolizar esse açúcar. É mais frequente que o corpo perca depois, progressivamente, a capacidade de produzir lactase e os desconfortos comecem a surgir. Isso pode ocorrer ainda na infância ou só na fase adulta. Mas o leite não é o único vilão nessa seara. Nem o glúten. Os sulfitos (substâncias conservantes usadas nos vinhos), as tiraminas, presentes em queijos e chocolates, e os corantes são fontes frequentes de intolerância. E, relembrando, qualquer alimento consumido em excesso pode provocar mal-estar no sistema digestivo. "O intestino é uma verdadeira barreira imunológica", afirma a nutricionista funcional Daniela Jobst, de São Paulo.


É possível passar anos sem um diagnóstico

Como os sintomas podem ser vagos e nem sempre são contínuos, há quem passe anos - ou até a vida inteira - sem descobrir a causa de desconfortos gastrointestinais, segundo a alergista Ariana. Ao desconfiar de que é intolerante a algo, pesquise, com base em observação e testes, se existem comidas específicas que disparam os sintomas. Em seguida, procure um médico para obter um diagnóstico preciso. Manter um diário alimentar vai ajudá-la a fazer sua parte. Com as anotações, será fácil identificar o que as refeições dos dias em que a indisposição surge têm em comum. Outra maneira eficiente de achar o que faz mal é, aos poucos, excluir os alimentos suspeitos da dieta até se livrar do mal-estar. Depois, reintroduza-os, um a um, para se certificar de qual deles acende a luz vermelha. "Com a intolerância controlada, o intestino se regulariza, o humor e o sono melhoram, as doenças respiratórias somem e as dores de cabeça ficam menos frequentes", afirma a nutricionista Daniela.

Fonte: Claudia



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QUARTA - AS CRIANÇAS TAMBÉM PODEM SOFRER DE INCONTINÊNCIA URINÁRIA


As fraldas foram aposentadas há algum tempo. A mamadeira já não visita mais as manhãs. A criança está prestes a ser alfabetizada. Tudo perfeito, se não fossem as calças frequentemente molhadas. Pois é, dentro de casa ou na escola, a urina insiste em dar aquela escapulida. Longe de pedir uma bronca dos pais, a situação exige um olhar atento e a ajuda de um médico. Episódios recorrentes de xixi fora de hora são a mais pura manifestação de um problema que pode arrasar a autoestima do pequeno: a incontinência urinária.

Por que a urina escapa:

É normal uma criança molhar o pijama ou o uniforme vez ou outra. A incontinência existe, de fato, quando os escapes são recorrentes. "Ela pode ser causada por uma alteração neurológica ou anatômica, como um estreitamento do canal por onde a urina sai", diz o urologista Ubirajara Barroso Júnior. Ou, o que acontece na maioria dos casos, a comunicação do cérebro com a bexiga é falha e esse órgão se contrai involuntariamente. Aliás, incontinência não é a mesma coisa que a enurese noturna - o famoso xixi na cama. "Nessa condição, a criança não desperta quando a bexiga está cheia e acaba urinando", diz o cirurgião urológico Carlo Passeroti, de São Paulo.

Identificar o distúrbio o quanto antes é a chave para prevenir complicações, como infecções urinárias e danos aos rins.


O que você precisa prestar atenção:

· Verifique se a criança urina, em média, de três em três horas - de cinco a sete vezes por dia.

· Repare se ela segura por muito tempo a urina ou se fica se contorcendo e colocando as mãos na genitália quando tem vontade de fazer xixi.

· Fique de olho em que situações ela molha a calça ou o pijama.

· Veja qual a posição em que ela se senta no vaso (as meninas que se afundam na privada, por exemplo, contraem demais o abdômen e não esvaziam a bexiga direito).

· Apure se a criança vai ao banheiro na escola e a incentive a fazer xixi fora de casa - a timidez é inimiga da bexiga.

· Averigue se o jato de urina é fraco ou forte e se há algum incômodo ao urinar.

· Avalie o comportamento do pequeno: ele é ansioso? É hiperativo? Passou por algum estresse intenso?



Tratamento: 

A Disfunção Miccional é um distúrbio de origem funcional constituído de diversas formas de padrões miccionais anormais que juntos ou isoladamente geram a perda da capacidade coordenada de armazenamento, estocagem e eliminação de urina. Disfunção Miccional é um termo amplo que indica um “padrão miccional anormal” para a idade da criança (HELLERSTEIN e LINEBARGER, 2003).

A forma mais comum de “padrão miccional anormal” em criança é a existência de contrações involuntárias na bexiga (bexiga hiperativa) na fase de enchimento. Estas crianças, na tentativa de se defenderem contra a perda urinária no momento da contração da bexiga, contraem os músculos do assoalho pélvico produzindo um refluxo de urina carregada de bactérias, da uretra para a bexiga e conseqüentemente aumentando o risco de infecções urinárias recorrentes. Estas infecções aumentam a instabilidade e a sensibilidade da bexiga levando à incontinência que, por sua vez, aumenta a susceptibilidade à infecção. A persistência das contrações involuntárias causa alta pressão na bexiga podendo determinar um refluxo da urina da bexiga para os rins, favorecendo o aparecimento de cicatrizes renais e posteriormente levando à insuficiência renal crônica.

Através de exames específicos, o nefropediatra faz o diagnóstico e inicia o tratamento através de medicamento (relaxadores da musculatura da bexiga) e encaminha para a fisioterapia. A Fisioterapia possui recursos valiosos como tratamento coadjuvante na Disfunção Miccional (bexiga e assoalho pélvico) em crianças que apresentam perdas urinárias diurnas, retenção urinária, na enurese e também na constipação intestinal crônica. Os recursos fisioterápicos da Reeducação Funcional do Assoalho Pélvico incluem:

  • Programa educativo com informações básicas de anatomia e fisiologia da micção e da defecação, conscientizando a criança da sua musculatura pélvica e de sua capacidade de relaxamento.


  • Eletroestimulação com baixa freqüência utilizada na hiperatividade vesical.


  • Biofeedback Eletromiográfico que através de sinais visuais (gráficos) e/ou auditivos (sinais sonoros) a criança aprende a relaxar músculos excessivamente contraídos e melhorar a coordenação da atividade motora do assoalho pélvico.

Se você começar a perceber algum comportamento diferente em seu filho, ou algum conhecido não deixe de encaminhar a criança para receber a ajuda de um profissional especializado. Na Corpus Liber contamos com um equipe especializada em tratar todos os distúrbios do assoalho pélvico em crianças de ambos os sexos e todas as idades. 




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A incontinência urinária infantil é comum em muitas crianças porém o tratamento é simples e indolor. Procure e equipe de profissionais especializados da Corpus Liber!

QUINTA - SAIBA COMO ALIVIAR ALGUMAS DORES COMUNS DURANTE A GESTAÇÃO


Desde as mais suaves até as mais chatinhas, elas são um incômodo comum e onipresente. "As dores na gestação são alterações usuais, mas não obrigatórias", explica Daniela Maeyama, ginecologista e obstetra do Hospital São Luiz, de São Paulo, e especialista em reprodução humana. São diversos fatores que contribuem para o aparecimento delas, como o peso e o preparo físico materno, o tamanho do bebê e o quanto a mulher engorda ao longo do pré-natal. confira as mais frequentes.


1- Dor nos seios


Esse incômodo é comum, principalmente nas primeiras semanas de gestação. Nessa fase, as mamas aumentam de volume. A razão? Elas estão se preparando para a amamentação. "Nem todas as grávidas se queixam disso. Para algumas, isso chega a ser imperceptível", observa a ginecologista e obstetra do Hospital São Luiz, Daniela Maeyama. Além do tamanho, as mamas ainda sofrem outras alterações, não dolorosas, porém visíveis, como o escurecimento do mamilo e da auréola e o aumento da vascularização local.


2- Dor pélvica


Bastante comum, ela acontece por causa do crescimento e do enrijecimento do útero na gestação. "Na maioria das vezes, não está relacionada com nenhuma patologia, mas com as contrações que a mulher tem durante a gravidez", explica Mariano Tamura, ginecologista e obstetra do Hospital Israelita Albert Einstein, de São Paulo. Essa dor tem intensidade e localização variável de acordo com o período da gravidez. "Aumenta principalmente quando o bebê inicia a descida da parte superior para a parte inferior da bacia", completa Daniela.


3- Dor lombar


O incômodo é consequência do peso da barriga, conforme a gestação avança. Para sustentar o corpo, é natural que a mulher mude seu eixo, projete o tórax para a frente e afaste as pernas. "É uma nova posição que o corpo encontra para se equilibrar. E isso força bastante os músculos da região lombar", explica Mariano Tamura. Ou seja, é uma dor totalmente previsível.


4- Dor na virilha e na raiz da coxa


"Aparecem geralmente por volta da 26ª semana e ocorre porque, nessa fase, o feto, o líquido amniótico e a placenta já somam um peso considerável sobre a pelve", explica a obstetra Daniela Maeyama. Essa sobrecarga comprime os músculos e com eles vasos e nervos. Na medida em que a gestação avança, portanto, o incômodo tende a aumentar. "Após a 34ª semana, o peso fica ainda maior. Nessa fase, os bebês chegam a ganhar 300 g a cada sete dias", completa a ginecologista do Hospital São Luiz. Como aliviar o problema? Com bastante repouso. Vale lançar mão também de alguns tipos específicos de cinta para gestantes. Nos casos mais intensos, o médico pode prescrever analgésicos.


5- Dor de cabeça


"O padrão hormonal da gravidez predispõe a mulher a ter sonolência e indisposição. Mas não a dor de cabeça propriamente dita", esclarece o obstetra Mariano Tamura. O que pode acontecer é o crescente inchaço, acúmulo de líquidos que afeta o todo o corpo. Por causa disso, a gestante fica mais predisposta a ter, por exemplo, a sinusite e, consequentemente, uma dor de cabeça. "A cefaleia pode ocorrer também nas primeiras semanas após a concepção devido à fase de adaptação hormonal e, sobretudo, nas mulheres com histórico de cefaleias frequentes e enxaqueca", completa Daniela. Ainda assim, fica um sinal de alerta: se for permanente e muito intensa, a dor deve ser pesquisada para se certificar de que não há nenhuma alteração mais grave.

6- Cólicas


As cólicas são normais e estão presentes em todos os momentos da gravidez. Numa primeira fase, ela está ligada ao crescimento do útero e depois às contrações. "Mas ela deve ser relatada ao médico sempre. São um sinal de alarme cólicas intensas em demasia e acompanhadas de sangramento vaginal", alerta o obstetra Mariano Tamura. Vale lembrar que, dependendo do tempo de gravidez, as cólicas podem sinalizar que está chegando a hora de o bebê nascer. "No final da gestação, é comum sentir cólicas leves e de curta duração, mas, se elas forem contínuas, durarem mais de 45 segundos e ritmadas (uma a cada três minutos), pode ser sinal de que a mulher está entrando em trabalho de parto", avisa Daniela Maeyama.


7- Dor nas articulações


As dores articulares estão associadas ao acúmulo de líquido nas articulações, comum nessa fase. E isso causa dor porque deixa alguns nervos comprimidos, além de prejudicar a mobilidade dos dedos. "Por isso, é muito comum a sensação de dor ou dormência nas extremidades do corpo, muito frequente nas mãos e que pode até deixar a mulher mais atrapalhada", justifica Mariano Tamura.


8- Dores nas pernas


A gravidez sobrecarrega o corpo da mulher e, principalmente, seu sistema cardiovascular. E é ai que surgem os inchaços e as dores nas pernas. "A circulação fica mais lenta", explica a obstetra Daniela Maeyane. No calor, o inchaço fica mais evidente e o repouso traz um grande benefício. O que ajuda nessa fase: prática de uma atividade física, como a caminhada, o uso de meias elásticas de suave a média compressão, fisioterapia e drenagem linfática. "A ingestão de líquidos estimula o funcionamento dos rins e isso também colabora para a redução do inchaço", recomenda Daniela. Vale ainda evitar comidas salgadas.


9- Dores de estômago


Pense que na gestação, a cada dia que o bebê cresce, sobra menos espaço dentro de você. Por isso, é tão comum aquela sensação de estômago apertado. Nessa fase, também o sistema digestivo fica mais lento e assim a futura mamãe se sente cheia com uma quantidade menor de alimentos. A consequência são a azia e o refluxo. Para evitar isso, os médicos recomendam que a gestante coma pequenas quantidades em curtos intervalos de tempo. "Não se deite logo após uma refeição, especialmente à noite. Por questões mecânicas mesmo. Nessa posição, fica mais fácil a comida voltar", aconselha o ginecologista Mariano Tamura.

Fonte: Bebê



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A fisioterapia pélvica especial para gestante ajuda a prevenir problemas do assoalho pélvico durante a gestação e no pós-parto. Não deixe de conhecer!

SEXTA - CONFIRA OS ALIMENTOS QUE COLABORAM PARA UM BOM DESEMPENHO SEXUAL


O sexo e a comida estão ligados intimamente pelo prazer que proporcionam, cada um a sua maneira, mas ambos ativando a área do cérebro responsável por essa sensação. A relação entre os dois já gerou até pesquisa de preferência. E, segundo o site Match.com, se fosse preciso escolher, um a cada três solteiros acharia melhor passar um ano sem sexo a dispensar o prato de comida preferido. Mas você não tem que escolher ou poupar um em função do outro. Ao contrário: o consumo de determinados alimentos potencializa sua performance no sexo. Entre os que vão mexer com a sua libido estão a banana, o chocolate e a pimenta. Os efeitos afrodisíacos vão desde o aumento da produção de hormônios do prazer até o auxílio na lubrificação vaginal. Tem até o 'viagra natural' na lista. Veja quais são os alimentos que vão dar um upgrade na sua performance sexual:

CHOCOLATE

De acordo com uma pesquisa do Jornal da Associação Americana de Diabetes, o chocolate contém um composto chamado feniletilamina, um neurotransmissor estimulante e antidepressivo, que libera as mesmas endorfinas desencadeadas durante o sexo e aumenta o sentimento de atração. Por que aumenta a atração entre os dois? Porque uma outra pesquisa, esta do Instituto Psiquiátrico Estadual de Nova York, notou que o cérebro de uma pessoa apaixonada continha quantidade de feniletilamina fora do padrão normal. Ou seja, quanto mais você come chocolate, mais apaixonado e sexual você fica.


PIMENTA DEDO-DE-MOÇA

Uma refeição caprichada na pimenta pode incrementar seu encontro romântico. Mas tem que ser a pimenta dedo-de-moça. É que ela concentra mais capsaicina, responsável por aquele calor e ardência. Essas sensações dão os sinais de excitação através da sudorese, formigamento, aumento do ritmo cardíaco e bochechas coradas. Agora você já sabe o que é que a baiana tem.





VINHO TINTO

Se você é solteira, saiba que o vinho tinto faz você beijar mais gostoso - e não é por conta da desinibição provocada pelo efeito alcoolico. Segundo o centro de pesquisa US Smell & Taste Treatment and Research Foundation, dos Estados Unidos, homens solteiros preferem beijos com gosto de álcool. Diante disso, resta a você saber escolher a bebida alcoolica. No caso, o vinho tinto. Ele aumenta os níveis de estrogênio, hormônios cuja ação está relacionada com o desenvolvimento de características femininas, como a lubrificação vaginal.


AVEIA

Se você costuma zombar daquele amigo que não vai para a cama sem o mingau de aveia da vovó, saiba que ele pode estar investindo em uma noite mais animada do que você pensa. Cereais aumentam os níveis de testosterona, o que, consequentemente, aumenta o desejo sexual.






SASHIMI

Ricos em ômega-3, peixes como salmão e atum dão um salto na produção de hormônios sexuais. O atum, inclusive,  é também uma ótima fonte de selênio, mineral que aumenta a contagem de espermatozoides. Para incrementar a libido do casal, sirva com edamame, um preparado feito com grãos de soja ainda dentro da vagem, pois este contém fitoestrógenos e estes ajudam a lubrificar a vagina. Ou seja, quando for ao restaurante japonês com o seu parceiro, escolha uma boa lingerie, porque depois do jantar a noite promete.


ARROZ INTEGRAL

Contém magnésio, que dá a força de que seus músculos precisam para a contração que acontece durante o orgasmo. Ele também é cheio de vitamina B, que enche você de energia para manter o pique do 'vaivém'. Além disso, é uma boa fonte de arginina. "Há algumas evidências de que a arginina melhora a vasodilatação (relaxamento dos vasos sanguíneos), que, quando está fora do controle, resulta na disfunção erétil", explica a nutricionista Sharon Natoli.



BANANA

Está ansioso para um encontro romântico? Coma uma banana algumas horas antes. É que essa fruta ajuda a liberar um hormônio chamado serotonina, que vai melhorar o seu humor e acalmar o sistema nervoso. E tem um efeito colateral muito sexy: "Bananas contêm potássio, um mineral que aumenta a força muscular, elemento crucial para alcançar o orgasmo", explica a americana Lou Paget, autora do livro "The Great Lover Playbook: 365 Sexual Tips and Techniques to Keep the Fires Burning All Year Long" ("O grande amante: 365 dicas e técnicas sexuais para manter a 'chama' acessa o ano inteiro"). A parte mais benéfica da fruta está logo abaixo da pele, o que não se come normalmente. Mas se estiver disposto a consumir tudo que a banana tem a oferecer, é só assar a fruta e raspar a carne que fica colada na casca.


MEL

O mel contém boro, um mineral que aumenta a libido. Isso explica o nome "lua de mel" para o período de muito amor entre recém-casados. Na antiga Pérsia, os casais tomavam "hidromel", bebida alcoólica feita com o mel, todos os dias e durante um mês após o casamento. Daí o apelido para as noites seguidas de amor, depois da noite de núpcias.





MELANCIA

Pesquisadores norte-americanos descobriram que a citrulina, aminoácido encontrado em abundância na melancia, relaxa e dilata os vasos sanguíneos. É o mesmo efeito que o 'milagroso' Viagra promove para prolongar a ereção nos homens. Ou seja, vende 'viagra' em um feira perto de você e a um preço bem mais acessível.





FRANGO

A carne de frango contém uma combinação poderosa de vitamina B6 e zinco - ambos essenciais para a produção de testosterona, vital para a saúde da sua libido, dos espermatozoides e da função erétil.








Fonte: GNT



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Não deixe o relacionamento esfriar! A Corpus Liber ajuda você a se sentir bem e elevar o termômetro ás alturas!  

SÁBADO - CONHEÇA APLICATIVOS QUE AJUDAM A MANTER UMA VIDA MAIS SAUDÁVEL


Aplicativos simplificam a vida de quem faz acompanhamentos médicos e ajudam a manter uma rotina mais saudável e sem preocupações. Veja alguns exemplos a seguir:

Alarmpill - IOS

Os esquecidos ganharam um aliado para seguir à risca as recomendações médicas. O programa criado pelo laboratório Aché avisa a hora certa de tomar o remédio e cria um cronograma para toda a família. Ele ainda armazena os dados para ninguém perder a conta dos dias do tratamento.


Genéricos Brasil - Android

Descubra o princípio ativo de medicamentos de acordo com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Basta selecionar a marca numa longa lista. Ele também identifica os laboratórios que fabricam a droga e se ela é produzida na forma líquida, em comprimido ou creme.


Sleep Time - IOS/Android

Quer saber como está a qualidade do seu sono? Basta colocar o celular com a tela virada para baixo sobre o colchão e adormecer. Ao detectar os movimentos na cama, o app identifica quantas vezes você despertou durante a noite e se está cumprindo todos os estágios de uma noite bem-dormida.

Glicocare - IOS

O app do laboratório Bayer atua como um vigia para os diabéticos: monitora as medições de glicose diárias e a quantidade de carboidrato que a pessoa consumiu, ajudando a não exagerar na dose. Outra vantagem são os gráficos para acompanhar as taxas de açúcar no sangue.

Fonte: Saúde



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Cuidar bem do seu corpo é o primeiro passo para uma vida melhor. Conte com a Corpus Liber para se sentir bem sempre!

DOMINGO - APRENDER A EQUILIBRAR AS EMOÇÕES É O PRIMEIRO PASSO PARA SE VIVER BEM


Se alguém perguntar se sua vida foi, até agora, um sucesso ou um fracasso, o que você vai responder? Detalhe: se foi destaque da escola de samba na avenida e levantou a arquibancada, fique logo sabendo que não tem nada a ver. Aliás, dinheiro não tem nada a ver, ser deslumbrante também não, ter aparecido em várias capas de revista também não. Então, o que é ter tido uma vida de sucessos? Bem, depende. Todos nós já ouvimos da boca de uma mulher muito modesta a frase: “Criei meus filhos, estão todos encaminhados; posso me considerar muito feliz e realizada”. E quem nunca ouviu pessoas que aparentemente têm tudo – por “tudo” entenda-se família, saúde, dinheiro, amor, mesmo que não seja verdadeiro e não necessariamente nessa ordem – se queixando e tentando, inutilmente, entender o significado da vida?

Temos, quase todos, razões para achar que nossa vida foi gloriosa ou um vale de lágrimas. Você, por exemplo, já deve ter passado por ótimos e por péssimos momentos. Quais ficaram no seu coração? Os melhores ou os piores? Difícil avaliar. As vezes, a gente se acha uma pessoa privilegiada; outras vezes, uma coitada, dependendo do que mais valoriza naquele momento – pois,conforme a hora, os valores também mudam. Ou será que você se considera uma pessoa coerente?

Houve um tempo em que seus sonhos se resumiam a passar a vida viajando pelo mundo em jatinhos, comprando tudo o que visse, num turbilhão que não deixasse tempo nem para pensar; isso, sim, seria a felicidade – só que não foi. Depois, tudo o que quis foi encontrar um bom marido, mesmo meio sem graça, que tivesse hora certa para chegar em casa, com um bando de crianças perturbando em volta, para não ter tempo de pensar se era feliz ou infeliz. Isso, sim, seria a felicidade – só que também não foi. Aí, achou que o importante seria a realização pessoal, independentemente de um homem. Também não foi, mas conseguiu o que parecia impossível: viver sem estar permanentemente apaixonada, ou melhor, sem inventar que estava apaixonada.


Hoje, se alguém perguntasse se sua vida foi – até agora – um sucesso ou um fracasso, você não seria capaz de responder. Foram tantos os bons momentos, e tão felizes, que prefere não lembrar. Quanto aos maus momentos, foram também tantos, e tão terríveis, que faz tudo para também não lembrar – e às vezes até consegue. Agora, já sabe: às vezes, você acorda feliz – sem nem saber por quê –, sai de casa, na primeira esquina tropeça e fica no pior humor da vida. Já no dia seguinte, acorda péssima, o telefone toca, é alguém de quem você gosta, e a vida se torna, de repente, boa de ser vivida. É essa certeza de que tudo pode mudar em minutos, segundos, que nos ajuda a segurar a onda quando tudo fica difícil. Se as coisas estiverem indo mal, pense em quantas outras ocasiões elas estiveram tão mal quanto, ou até piores, e tudo passou. Não, não reclame, não chore, não se descabele, apenas espere; se possível, com aquela quase indiferença que você viu tantas vezes nos olhos dos mais velhos, que sabiam que ia passar – porque sempre passa. Essa indiferença pode ser chamada de sabedoria ou experiência, o que, no fundo, é mais ou menos a mesma coisa.

Fonte: Claudia



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A mudança deve acontecer de dentro para fora. Os seus pensamentos determinarão diretamente a forma que você vê o mundo. Pense positivo!

SEGUNDA - FIQUE DE OLHO NA HIPERTENSÃO E SAIBA COMO TRATAR



Dia 26 de Abril foi o Dia Nacional de Combate à Hipertensão. Aproveite para saber o que é a doença e quais os sintomas e cuidados que você deve tomar. E não se esqueça de medir sua pressão arterial periodicamente!

O que é hipertensão?


Imagine uma rua estreita com excesso de veículos. Assim é a hipertensão: um desequilíbrio entre o volume de sangue em circulação - a quantidade de carros - e a capacidade dos vasos - a rodovia, na nossa comparação. 

E por que os tais "14 por 9" assustam tanto? A expressão está na boca do povo, mas pouca gente sabe por que cruzar esse limiar é tão perigoso quando se trata de pressão arterial. Além dessa fronteira, significa que o coração está fazendo muita força para mandar o sangue para o corpo porque o líquido encontra dificuldades em circular. O problema é grave e, se não for controlado, pode ser fatal. 

Infelizmente, dos cerca de 30 milhões de brasileiros que têm a pressão nas alturas, metade nem suspeita da encrenca 


O que causa pressão alta?


- Estar acima do peso. Isso não é apenas uma questão estética, a obesidade aumenta (e muito) a pressão.

- Sal em excesso na alimentação.

- Estresse.

- Ingerir muita bebida alcoólica.

- Não fazer exercícios físicos.

- Menopausa, no caso de algumas mulheres.

- Fator hereditário, ou seja, quem tem pais com pressão alta pode ter o problema também.

- Anticoncepcional, para adolescentes com predisposição a desenvolver a doença .


Como descobrir?


A melhor forma é medir a pressão frequentemente. "As mulheres devem pedir que o ginecologista meça nas consultas de rotina", orienta o médico Luis Aparecido Bortolotto. Não existem sintomas específicos, mas fique atenta se tiver:

- Dor de cabeça.

- Tonturas.

- Dores no peito frequentes.

- Falta de ar.

- Alterações de visão, como vista embaçada.

- Sangramentos no nariz 


Que problemas de saúde a hipertensão pode trazer?


A hipertensão aumenta a possibilidade de infartos, derrames cerebrais, inchaço do coração e outros problemas cardíacos. 

A hipertensão passa de pais para filhos?

Não existe um estudo que prove que o filho de pais hipertensos será hipertenso também, mas ele tem uma chance maior de desenvolver o problema .


Sou hipertensa. Como faço para manter o problema sob controle?


Como a hipertensão não tem cura, é necessário que a pessoa passe por acompanhamento médico a cada três ou quatro meses, evite bebidas alcoólicas e diminua a quantidade de sal na comida e alimentos gordurosos. 

A maioria dos hipertensos precisa tomar remédio (às vezes, pelo resto da vida), pratique atividades que diminuam o estresse, como: ioga, assistir a um filme em família, ler um livro agradável. A vida sexual também influencia, portanto, se o amor estiver em alta, a pressão pode baixar.


O que não devo comer?


Primeiro, diminua o sal da alimentação diária. "Consuma três colheres (café) rasas de sal por dia. Além disso, evite alimentos processados (sopas prontas, macarrões instantâneos), embutidos (presunto, mortadela, queijos), salgadinhos, enlatados, alimentos congelados, temperos prontos e molhos para salada", indica o especialista Luís Bortolotto. Para que os alimentos tenham sabor, aposte em temperos como alho, ervas...

Por que o sal é maléfico? O sal contém uma substância que, em excesso, pode ser uma das causas do aumento de pressão: o sódio. Ele faz o corpo reter mais líquido e aumenta o volume de fluidos nos vasos sanguíneos. O resultado disso são problemas de coração, que matam mais do que câncer e violência.


Quais os melhores exercícios indicados para quem tem hipertensão?


Os exercícios mais indicados para hipertensos são os aeróbios, como a caminhada e as pedaladas de intensidade leve. Eles são eficientes para a queda e a manutenção de uma pressão arterial normal. Também ajudam a queimar as gordurinhas.

Mas para conseguir esse resultado, é preciso se dedicar bastante. "O ideal é praticar, no mínimo, 20 minutos de exercícios aeróbios diários", aconselha o especialista em exercício físico Danilo Cezar de Souza, de São Paulo. 

O hipertenso também pode praticar outros tipos de exercícios, como a natação. A musculação também pode auxiliar na queda da pressão arterial, no aumento do metabolismo, além do fortalecimento muscular 


Dicas simples para combater a pressão alta:

1. Abaixe o volume
A exposição diária a sons acima de 60 decibéis aumenta o risco de pressão alta. Música calma desacelera na hora a respiração e o coração.



2. Polvilhe cevada
Uma xícara de cevada por dia normaliza a pressão sanguínea em dois meses. A planta contém fibras solúveis, que reduzem o risco de hipertensão 

3. Sente-se reta
Postura caída com ombros curvados e barriga para a frente aumenta a pressão sanguínea. Os nervos que mantêm nossa pressão normal vêm da espinha; desvios dificultam seu trabalho.



4. Coma pêssegos secos
Eles são uma fonte melhor de potássio que a banana. Beterraba e feijão branco também servem. Estudos comprovam que o mineral tem o poder de baixar a pressão sanguínea de forma mais efetiva do que cortar o sal

5. Tome chá de oliveira
A folha ajuda a frear o problema. As folhas da árvore da azeitona dilatam as veias, facilitando o fluxo sanguíneo.


6. Volte ao médico
Pessoas que retornam ao consultório um mês depois de diagnosticada a hipertensão conseguem controlar a doença mais rápido. A segunda visita permite que os medicamentos sejam trocados caso não estejam surtindo o efeito esperado pelo médico.


O suco que combate a pressão alta


O pepino tem alto teor de água, que ajuda no controle da temperatura do corpo e nos processos orgânicos, oferecendo nutrientes para as células e eliminando delas usas impurezas. Rico em fibras, é também um poderoso diurético natural e, por isso, ajuda a controlar a pressão arterial. Prepare um suco de pepino para controlar a hipertensão.

- 1 pepino pequeno
- 1 copo (200 ml) de água

Bata tudo no liquidificador e beba em seguida.

Além de controlar a pressão, é bom também para as inflamações do tubo digestico e da bexiga, além de ter ação purificante, ajudando a eliminar a gordura da pele. Quando misturado com mel, é excelente para combater as enfermidades da garganta.

Fonte: MdeMulher



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